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Privacidade e proteção de dadosMinuta para revisão jurídica

Política de Privacidade

Esta política explica, em linguagem direta, que dados pessoais passam pela Lupa, por que razão são necessários, onde são tratados e quem decide sobre a sua utilização. Distingue também os dados pelos quais a Lupa responde diretamente dos dados dos processos municipais que trata apenas por instrução do município.

Última atualização 22 de agosto de 2026

Minuta — não publicar sem completar

A identificação jurídica e as confirmações contratuais ainda têm campos em aberto.

Antes da publicação, substituir todos os campos abaixo, confirmar os aditamentos de tratamento de dados com cada fornecedor e validar estes textos com apoio jurídico. Os campos mantêm-se visíveis para não poderem passar despercebidos.

  • ⟦NOME LEGAL DA ENTIDADE⟧
  • ⟦FORMA JURÍDICA⟧
  • ⟦NIF / NIPC⟧
  • ⟦SEDE / MORADA COMPLETA⟧
  • ⟦CONTACTO DE PRIVACIDADE OU ENCARREGADO DE PROTEÇÃO DE DADOS⟧
  • ⟦TRIBUNAL OU FORO CONTRATUAL SUPLETIVO⟧
  • ⟦CONFIRMAR REGIÃO RAILWAY E DPAs DE TODOS OS SUBCONTRATANTES⟧
Papéis
O município decide sobre os dados do processo; a Lupa trata-os por sua conta. A Lupa decide apenas sobre os dados necessários à sua própria relação, segurança e comunicações.
Residência principal
Base de dados, autenticação e ficheiros na região de Frankfurt; motor numa região europeia; pedidos de inteligência artificial pelo endpoint europeu da Eden AI.
Decisão humana
A Lupa prepara verificações e minutas. O técnico municipal aprecia, corrige e assina; não existe decisão administrativa exclusivamente automatizada.

Nesta página

  1. 1. Quem somos e como nos contactar
  2. 2. Quem decide sobre cada tratamento
  3. 3. Dados pessoais que tratamos
  4. 4. Para que usamos os dados e com que fundamento
  5. 5. Como usamos inteligência artificial
  6. 6. Onde os dados são tratados e por quem
  7. 7. Durante quanto tempo conservamos os dados
  8. 8. Como protegemos os dados
  9. 9. Cookies, sessão e medição de audiência
  10. 10. Os seus direitos
  11. 11. Como comunicamos com os municípios
  12. 12. Alterações e prevalência contratual

1. Quem somos e como nos contactar

A Lupa é uma plataforma de apoio à apreciação urbanística disponibilizada por ⟦NOME LEGAL DA ENTIDADE⟧, ⟦FORMA JURÍDICA⟧, com o NIF/NIPC ⟦NIF / NIPC⟧ e sede em ⟦SEDE / MORADA COMPLETA⟧.

Para questões gerais, escreva para ola@lupa.pt. Para exercer direitos de proteção de dados ou contactar o encarregado de proteção de dados, use ⟦CONTACTO DE PRIVACIDADE OU ENCARREGADO DE PROTEÇÃO DE DADOS⟧. Se a questão respeitar a um processo urbanístico concreto, o primeiro contacto deve ser o município responsável por esse processo.

2. Quem decide sobre cada tratamento

Nos processos municipais, o município é o responsável pelo tratamento: define por que motivo os dados são usados, que documentos integram o processo, quem lhes acede e durante quanto tempo devem ser conservados. A Lupa atua como subcontratante, nos termos do artigo 28.º do Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD), e segue as instruções documentadas do município e o respetivo acordo de tratamento de dados.

A Lupa é responsável pelo tratamento quando gere as suas próprias contas de utilizador, responde a pedidos de demonstração ou suporte, protege a plataforma, cumpre obrigações legais e comunica sobre a relação contratual. Esta separação é importante: um titular incluído num processo não tem de perceber a arquitetura da plataforma para exercer os seus direitos junto do município.

3. Dados pessoais que tratamos

  • Dados de conta e acesso: nome, email institucional, organização, município, papel, identificador de utilizador, fornecedor de autenticação e informação necessária para manter a sessão segura.
  • Dados de utilização e auditoria: ações, confirmações, respostas, autoria, data e hora, histórico das propostas revistas e registos técnicos necessários à segurança e ao diagnóstico do serviço.
  • Dados de contacto: o conteúdo que nos envia por email quando pede uma demonstração, suporte ou informação. O formulário público atual abre o programa de email do utilizador; não cria silenciosamente uma inscrição numa base de dados.
  • Dados dos processos urbanísticos: ficheiros carregados, referência do processo, nome e número de identificação fiscal do requerente quando constem das peças, identificação de técnicos, localização e descrição do prédio, artigos matriciais e registrais, geometrias, factos técnicos extraídos, avaliações, respostas do técnico e pareceres gerados.
  • Dados de configuração municipal: planos e regulamentos, decisões de especialistas, autoria e histórico de aprovação necessários para construir e manter as regras aplicáveis no município.
  • Dados técnicos de rede: endereço IP, data e hora, navegador, dispositivo e identificadores de pedido que os fornecedores de alojamento e segurança podem tratar para entregar e proteger o serviço.

A Lupa não pede categorias especiais de dados para funcionar.

Uma peça processual pode, contudo, conter informação pessoal não necessária ou especialmente sensível. O município deve limitar o processo ao que a lei e a instrução exigem; a Lupa aplica as mesmas regras de acesso e confidencialidade ao conteúdo recebido.

4. Para que usamos os dados e com que fundamento

Quando atua como responsável pelo tratamento, a Lupa usa dados para criar e proteger contas, prestar o serviço contratado, responder a contactos, manter uma pista de auditoria, prevenir utilização abusiva e cumprir obrigações legais. Conforme o caso, os fundamentos são a execução do contrato ou diligências pré-contratuais, o cumprimento de uma obrigação jurídica e o interesse legítimo em disponibilizar e proteger um serviço institucional. Quando o utilizador atua em nome de uma entidade, a gestão da conta assenta normalmente nesse interesse legítimo e na execução do contrato com a entidade.

Nos dados do processo, é o município que determina e documenta o fundamento jurídico. Em regra, a apreciação urbanística integra o exercício de funções de interesse público ou de autoridade pública e obrigações previstas na legislação aplicável. A Lupa não substitui essa determinação e não usa o consentimento como fundamento para executar uma tarefa municipal.

Não vendemos dados pessoais, não os usamos para publicidade comportamental e não usamos o conteúdo dos processos para treinar modelos de inteligência artificial de uso geral.

5. Como usamos inteligência artificial

O motor da Lupa lê documentos, extrai factos, cruza o projeto com os planos e regras configurados e prepara uma minuta fundamentada. Algumas destas tarefas enviam o conteúdo estritamente necessário para modelos de inteligência artificial através do endpoint europeu da Eden AI. Esse endpoint rejeita modelos não autorizados para processamento europeu e não tem uma rota automática para o endpoint global.

A Eden AI declara não conservar, por defeito, os pedidos, ficheiros ou respostas transmitidos pelo endpoint europeu. A Lupa, porém, conserva na sua própria base de dados os pedidos e respostas necessários à rastreabilidade da análise e pode incluí-los no pacote de auditoria do processo. É esta cópia controlada pela Lupa — e não um histórico oculto no fornecedor do modelo — que permite ao município reconstruir o que foi verificado.

A inteligência artificial não decide o processo.

A Lupa apresenta verificações, alertas e uma minuta. O técnico municipal consulta as fontes, aprecia os pontos que exigem juízo, corrige o que for necessário e assina. A plataforma não produz uma decisão administrativa baseada exclusivamente em tratamento automatizado.

6. Onde os dados são tratados e por quem

A arquitetura mantém o conteúdo principal dos clientes na Europa: o projeto Supabase está na região de Frankfurt, os serviços do motor são executados numa região europeia da Railway e todas as chamadas a modelos usam o endpoint europeu da Eden AI. Isto não significa que qualquer dado técnico, em qualquer circunstância, fique exclusivamente dentro da União Europeia. A rede de entrega do frontend, o plano de controlo dos fornecedores e os prestadores de identidade podem originar transferências limitadas, descritas abaixo.

Subcontratantes e serviços externos usados pela Lupa
FornecedorServiço e dadosLocalizaçãoGarantias e limites
SupabaseBase de dados, autenticação, armazenamento privado de peças, exportações, pacotes de auditoria e atualizações em tempo real.Projeto principal em Frankfurt, Alemanha (AWS eu-central-1). Base de dados, autenticação e objetos de armazenamento ficam alojados nessa região.Aditamento de tratamento de dados e cláusulas contratuais-tipo quando aplicáveis. Backups, registos operacionais e subcontratantes do fornecedor devem ser considerados na avaliação de transferências.
RailwayExecução da interface de programação, trabalhadores de análise e serviço de ligação a agentes. O disco local é apenas temporário; a fonte de verdade permanece no Supabase.Serviços e volumes configurados numa região da União Europeia ⟦CONFIRMAR REGIÃO RAILWAY EXATA⟧. O plano de controlo e operações da Railway têm componentes nos Estados Unidos.Aditamento de tratamento de dados; Quadro de Privacidade de Dados UE–EUA ou cláusulas contratuais-tipo para transferências abrangidas. Confirmar a região da conta antes da publicação.
Eden AI e modelos selecionadosEncaminhamento de pedidos de inteligência artificial, incluindo excertos de documentos necessários à extração, leitura e redação.Endpoint dedicado api.eu.edenai.run. Apenas modelos autorizados para processamento europeu podem ser chamados; um modelo não elegível é rejeitado.Aditamento de tratamento de dados e ausência de conservação de pedidos e respostas por defeito no endpoint europeu. A lista efetiva de modelos e subcontratantes deve constar do registo contratual.
VercelAlojamento e entrega do frontend. Trata sobretudo pedidos web e metadados técnicos; o conteúdo dos processos segue do navegador para a interface de programação da Lupa e não é deliberadamente armazenado na Vercel.Rede global. A localização de pedidos, registos e operações pode incluir países fora do Espaço Económico Europeu.Aditamento de tratamento de dados, Quadro de Privacidade de Dados UE–EUA e cláusulas contratuais-tipo, conforme aplicável. Não é apresentada como armazenamento europeu do processo.
Google e MicrosoftAutenticação opcional com conta institucional. Recebem os dados necessários ao início de sessão e aplicam as políticas da conta escolhida pelo utilizador.Infraestrutura global do fornecedor de identidade.Mecanismos de transferência e termos do respetivo fornecedor. Não recebem as peças do processo através do fluxo de autenticação.

Documentação pública dos fornecedores

  • Supabase — proteção de dados e aditamento de tratamento — Abre num novo separador
  • Railway — aditamento de tratamento de dados — Abre num novo separador
  • Eden AI — endpoint europeu e aditamento de tratamento — Abre num novo separador
  • Vercel — aditamento de tratamento de dados — Abre num novo separador

7. Durante quanto tempo conservamos os dados

  • Peças submetidas num processo: 24 meses após a finalização da análise, salvo instrução documentada ou obrigação legal que imponha um prazo diferente.
  • Pacote de auditoria: durante a vigência do contrato, com exportação de entrega ao município no termo, seguindo-se eliminação nos termos do acordo de tratamento de dados.
  • Resultados, eventos e registos de autoria: pelo período definido no contrato e na política arquivística do município, na medida necessária à rastreabilidade e defesa do processo.
  • Dados de conta: enquanto a conta e a relação institucional estiverem ativas, e depois apenas pelo período necessário para cumprir obrigações legais, resolver litígios e demonstrar a execução do contrato.
  • Contactos comerciais e de suporte: durante o tempo necessário para responder e gerir a relação, sem os converter automaticamente em comunicações promocionais.
  • Cópias de segurança: saem de circulação de acordo com o ciclo técnico de cópias de segurança e deixam de ser restauradas para uso corrente depois de um pedido de eliminação aplicável.

Controlo a fechar antes da entrada em produção municipal

O prazo de 24 meses e o procedimento de eliminação devem estar refletidos no acordo de tratamento de dados e verificados tecnicamente antes da ativação de cada município. A automatização integral da retenção não deve ser presumida só porque o prazo está escrito nesta política.

8. Como protegemos os dados

  • Autenticação obrigatória e autorização por município e papel.
  • Separação lógica entre clientes, com políticas de acesso por linha na base de dados e filtros de inquilino na interface de programação.
  • Armazenamento privado por cliente e ligações temporárias e assinadas para abrir exportações.
  • Comunicações cifradas em trânsito e proteção disponibilizada pelos fornecedores para dados em repouso.
  • Registo de autoria, respostas, chamadas a ferramentas e etapas da análise para permitir auditoria.
  • Acesso operacional limitado a pessoas autorizadas e sujeitas a confidencialidade.

Nenhum sistema é isento de risco. Se confirmarmos uma violação de dados pessoais que afete informação tratada por conta de um município, comunicamos sem demora indevida ao contacto de segurança ou privacidade designado, fornecendo a informação disponível para o município cumprir as suas obrigações. O acordo de tratamento de dados pode fixar prazos e canais mais exigentes.

9. Cookies, sessão e medição de audiência

A plataforma usa apenas o armazenamento necessário para manter a autenticação, proteger a sessão e guardar preferências funcionais, como o estado da navegação ou as camadas do mapa. Não instalamos ferramentas de publicidade, seguimento entre sites ou medição de audiência de terceiros.

Por isso, a configuração atual não apresenta um painel de consentimento para cookies opcionais: não existem cookies opcionais a aceitar ou recusar. Se introduzirmos análise de utilização ou outra tecnologia não estritamente necessária, esta política e o mecanismo de consentimento serão atualizados antes da ativação.

10. Os seus direitos

Nos termos do RGPD, pode ter direito a aceder aos seus dados, pedir a sua retificação ou eliminação, limitar o tratamento, opor-se ao tratamento, receber dados num formato portável e retirar um consentimento quando esse seja o fundamento. Estes direitos dependem do contexto e podem ser limitados por deveres legais de conservação ou pela natureza de um processo administrativo.

Se os dados estiverem num processo urbanístico, dirija o pedido ao município responsável pelo processo. A Lupa presta-lhe a assistência técnica necessária para localizar, exportar, corrigir ou eliminar os dados de acordo com a instrução do município. Para dados de conta ou contactos tratados diretamente pela Lupa, escreva para ⟦CONTACTO DE PRIVACIDADE OU ENCARREGADO DE PROTEÇÃO DE DADOS⟧.

Autoridade de controlo

  • Comissão Nacional de Proteção de Dados — Abre num novo separador

11. Como comunicamos com os municípios

Cada cliente institucional deve indicar contactos para operação, segurança, privacidade e matérias contratuais. Usamos esses contactos para avisos de manutenção, incidentes, alterações relevantes ao serviço, mudanças de subcontratantes e pedidos que exijam decisão do município. Estas mensagens são comunicações de serviço, não publicidade.

Quando uma alteração material a esta política afete a relação com um município, comunicamo-la antecipadamente sempre que seja possível. Uma medida urgente de segurança ou uma alteração imposta por lei pode produzir efeitos mais cedo; nesse caso explicamos a razão e a data de aplicação.

12. Alterações e prevalência contratual

Publicaremos nesta página a versão em vigor e a respetiva data. O contrato celebrado com cada cliente e o acordo de tratamento de dados podem estabelecer garantias adicionais, prazos próprios ou uma lista de subcontratantes mais detalhada. Em caso de conflito sobre dados tratados por conta do município, prevalecem esses instrumentos contratuais e as normas legais aplicáveis.

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